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Período:
c. 1760–1850
Âncora cronológica:
≈ 1770

Mecanização e sistema fabril

Na Grã-Bretanha, máquinas de fiar e tecer e fábricas centralizadas reorganizaram a produção têxtil e, depois, muitas outras indústrias.

01Antes do salto

Grande parte da produção era artesanal ou doméstica, em oficinas e casas rurais, com ritmos ligados à agricultura.

02O que mudou

A fiadora hidráulica e o tear mecânico aumentaram muito a produtividade. Trabalhadores passaram a cumprir horários controlados pelo relógio, ao lado de máquinas.

03Impacto na vida cotidiana

Tecidos e utensílios ficaram mais baratos e acessíveis. Muitas famílias migraram do campo para as cidades em busca de salário.

04Tensões e consequências

Jornadas longas, trabalho infantil, moradias insalubres e acidentes eram comuns. O algodão das fábricas britânicas dependia do trabalho escravizado nas Américas.

05Conexões com outros saltos

06Contexto histórico e fontes

A industrialização seguiu caminhos e ritmos diferentes em cada país; não houve um modelo único.

Leituras sugeridas — referências em revisão editorial.

  • — Eric Hobsbawm — The Age of Revolution (1962)
  • — Sven Beckert — Empire of Cotton (2014)

07Vídeo sobre este salto

The Industrial Revolution

Crash Course European History

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